Histórias em quadrinho: A hora e a vez do canto do Uirapuru


Histórias em Quadrinhos Educacionais:
A hora e a vez do canto do Uirapuru

 Do discurso das histórias em quadrihos na formação educacional, o artigo de Gazy Andraus (deste mesmo título), publicado em 02 de março de 2007, e disponível no sítio: http://www.bigorna.net/index.php?secao=artigos&id=1172811127, a autora relata que “as histórias em quadrinhos são mais do que simples mediadoras de informação, às quais caberiam as tarefas de facilitar o aprendizado e a apreensão de conceitos mais complicados”. Andraus, discursando da natureza dos quadrinhos, ela comenta que “é intrínseca e complexa, devido não somente à sua linguagem imagético-fonética, como principalmente por tal estrutura ser parte da psique humana”, Andraus exemplifica: “de quando o bebê abre seus olhos e passa a perscrutar um mundo novo, fora do útero materno”.
A leitura ‘panvisual’ das histórias em quadrinhos (HQ), incide em áreas dos hemisférios cerebrais, diz Andraus e, “incitam a outras reações e sentimentos, diferente do que promove a mera leitura de textos fonéticos e científicos”. Ela relata também que os desenhos trabalham a imaginação do autor e a do leitor, quando “as composições de cada página trazem a noção de ‘vida’, de animação”. Por isso, “podem ser usados como fontes ‘suigenerias’ de “alimentação” informacional, ou ainda serem elaborados para a função de transmitir conceitos, idéias, mensagens”. É da noção de produzir reflexões na mente do leitor de que ela diz, e que ao mesmo tempo em que o leitor “se apraz em saborear os desenhos e o humor, aumenta o tempo de absorção das informações”. Esclarecendo, sobretudo, que dessa forma “o discurso responde melhor na memória a médio e longo prazo, graças ao potencial imagético dos desenhos”.
Em seu artigo, Andraus enfatiza ainda, que, “muitas escolas e instituições de ensino diversas já estão empregando as Histórias em Quadrinhos tentando melhorar a metodologia, atualizando suas didáticas de forma a, finalmente, trazer a interdisciplinaridade nas salas de aula”. Porém, ela justifica que esta tarefa não é fácil, pois, “pressupõe um inter-relacionamento profissional docente e uma visão ampliada dos professores, o que destoa dos conceitos cartesianos dos projetos ainda anacrônicos existentes no ensino ainda cartesiano”. E ele conclui que, “muito disso é fruto da falta de atualização da sociedade, em face das transformações de paradigma (...). Por esse prisma, profissionais da área editorial e educacional, com mais consciência da necessidade de auxiliar nesta passagem, trazem projetos especiais que podem colaborar no auxílio de informar e conscientizar nossos jovens”.

Reações:

Um comentário:

  1. Olá,tudo bem?
    Bastante interessante seu blog.
    Parabéns...
    Estou te seguindo,quando puder dá uma passadinha lá no meu...
    Beijos.
    www.amareversar.blogspot.com.br

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