A presença feminina na literatura

Conhecer diversos lugares do mundo sem ao menos estar lá. Despertar o senso crítico, a percepção, a criatividade e ampliar o próprio vocabulário. Estes são alguns dos benefícios que o hábito da leitura proporciona a cada um que investe nesta verdadeira viagem de sonho, suspense, imaginação e conhecimento sem fim. Sem fim, pois cada vez que lemos e relemos um livro, descobrimos novos rumos, novos conceitos e possibilidades diferentes.
Muitas mulheres de atitude, força e coragem, cravaram seus nomes no hall dos grandes artistas da palavra. Elas quebraram paradigmas, venceram o preconceito de sociedades patriarcais e machistas, o sexismo, e foram onde nenhuma outra mulher havia chegado antes.
Conheça algumas das escritoras mais importantes da literatura neste artigo.

Safo

Ela escrevia sobre o mais nobre sentimento humano (amor) com doses de erotismo em poesias no século VI antes de Cristo. Como de praxe no tocante aos escritores lendários de séculos remotos, não se sabe com precisão muito sobre sua vida.
O que temos de concreto é sua origem é atribuída à ilha de Lesbos, na Grécia, e tanto sua cidade natal e sua acepção sensual referente às mulheres, aproximam a poeta á comunidade lésbica.
O livro “Poema e fragmentos”, compilação com seus escritos mais significativos, foi lançado em 2003.

Jane Austen

Escritora romancista que escreveu para a eternidade seu nome na literatura inglesa e mundial. No Brasil, suas obras se tornaram Best-Sellers, principalmente com o apoio das versões cinematográficas de seus maiores clássicos, entre eles “Razão e sensibilidade” e “Orgulho e preconceito”. A ironia e apontamentos de cunho social, principalmente em relação à situação e espaço da mulher na sociedade de sua época, são os pontos fortes de sua escrita.

Mary Shelley

Escrevendo incessantemente seus romances a contra gosto da família de seu esposo, o também conceituado escritor Percy Shelley, Mary é sempre associada ao gênero terror, devido a sua obra máxima, Frankenstein.
Estudiosos atribuem a invenção da ficção cientifica à Mary Shelley, exatamente pela prosa de “O prometeu moderno” (Frankenstein).

Emily Dickinson

Este é um dos casos em que a valorização se deu apenas após sua morte. Quando viva, quase 2000 poemas foram escritos pela americana que carregava consigo a marca da excentricidade e bucolismo levados até as últimas instâncias.
Seus poemas eram secretos, descobertos somente após sua morte pela irmã Lavínia, que contrariando o desejo da autora, de que se um dia fossem encontrados, que fossem destruídos, os publicou.

Clarice Lispector

Genialidade é sem exagero, pouco para definir a escrita desta grande literata. Ucraniana de nascimento e brasileira e vida e coração, seu primeiro livro, chamado “Perto do coração selvagem” veio a publico quando ela tinha ainda 19 anos.
Sua importância na literatura ultrapassa escolas literárias e marcações temporais. Seus livros revelam diálogos interiores e questões sociais, como em “A hora da estrela”.
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