Games e educação: o futuro do ensino é o vídeo game?

Não é preciso muito esforço para perceber o quanto os games estão presentes na vida das pessoas modernas. Jovens e crianças, além dos adultos, público que migrou dos games antigos para os consoles mais atuais, sofrem verdadeira fascinação por estes jogos eletrônicos.
Sabendo disso, diversos educadores e pessoas que viam dificuldade no aprendizado convencional, apostam cada vez mais nos games como ferramenta de ensino.
Uma nova realidade
Talvez algum crítico mais ferrenho e de perfil tradicionalista em educação, pense “na minha época não tinha nada disso e eu aprendia”. Acontece que hoje, a tecnologia digital e o universo dos computadores e jogos eletrônicos, estão inseridos praticamente na raiz da nossa sociedade. Crianças já nascem sabendo mexer num tablet, por exemplo, enquanto muitas vezes um adulto demora em compreender como funcionam determinados equipamentos.

Motivando a aprendizagem

Sendo assim, nada mais natural do que utilizar os games para atrair a atenção dos aprendizes. Alem disso, pedagogos respeitáveis da área, apontam os benefícios que os games educativos (aqueles criados especialmente para abordar algum conteúdo escolar) conquistam no processo de ensino e aprendizagem.
Entre eles, uma motivação acima do esperado, e o melhor: assimilação muito mais rápida de determinados conteúdos, como matemática, por exemplo.

Na mídia internacional

Esta nova realidade tem sido noticiada com frequência pela mídia em geral. Recentemente o jornal inglês The Guardian trouxe como destaque, uma matéria relativa á educação e os rumos que ela está tomando. O principal aspecto abordado foi exatamente o dos games e a relação que ele tem com o ensino. Até mesmo a questão de que os games estimulam a mente e o cérebro foi abordada, e como exemplo, o game Call Of Duty (jogo de guerra em primeira pessoa) foi citado.

Zeppelin game Studio

Antenado com esta tendência, o Brasil demonstra ótimos exemplos de que os games pode sim ser usados como importante ferramenta de ensino. O mais interessante é que o projeto Zeppelin game Studio surgiu exatamente de uma dificuldade de seu idealizador em compreender as matérias da escola, pelos métodos mais ortodoxos. Portador de dislexia, Leandro (criador da ferramenta em questão) inventou um aplicativo que deu início a todo o projeto, ajudando não apenas a si mesmo, mas aos colegas que tinham a mesma dificuldade.
Claro que foi sucesso!

Algumas dicas

Como dissemos, há jogos focados exatamente para a aprendizagem de determinados conteúdos. História, matemática, língua portuguesa, e até mesmo para ensinar crianças a escrever as letras do alfabeto. No entanto, há jogos consagrados que muitas vezes mães e pais imploram aos filhos que não joguem ou saiam da frente da tela, que são indicados, desde que usados moderadamente, é claro, para desenvolver capacidades importantes.
Age of Empires, pro exemplo, é apontado como um ótimo instrumento para treinar capacidade de concentração. Civilization e o próprio Call Of Duty, também são usados por alguns professores mais moderninhos com esta mesma perspectiva.  
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